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A planície em chamas
Juan Rulfo
Tradutor: Ana Santos
Género: Contos
150 Páginas
ISBN: 972-8791-12-7
PVP: €15,00 €13,50
10% Desc.
Os contos de «A planicie em chamas» reflectem, em parte, as origens do escritor: natural da província mexicana de Jalisco, região árida e pobre, onde camponeses que lutam pela subsistência, caciques brutais e revolucionários sanguinários, coexistem num cenário semi-desértico carregado de injustiça, violência e morte.
CRÍTICAS
"A solidão, a violência e a morte, num conjunto de contos que muita gente já considerou incomparáveis. Como a escrita do seu autor."
António Manuel Venda (01/04/04, Magazine Artes)

"Rubem Fonseca ao receber o prémio Juan Rulfo das mãos de Gabriel García Marquez"
Rubem Fonseca (01/12/03)

"Todos os contos de “A Planície em Chamas” são bons..."
José Prata (28/11/03, O Independente)

"Com apenas dois livros, Juan Rulfo (1918-1986) impôs-se como um nome de culto da literatura do século XX..."
Ana Cristina Leonardo (03/01/04, Expresso-Actual)

"Quando um livro de contos começa com uma preciosidade de cinco páginas chamada Deram-nos a Terra, e logo aí justifica a sua existência como obra, quer dizer que a mão que lhe deu forma não brincava à literatura quando o escreveu."
António Rodrigues (10/12/03, Diário de Notícias)

"No mundo de "A Planície em Chamas" a vida é uma espera, mais ou menos rápida, pela morte."
Alexandra Lucas Coelho (20/12/03, MilFolhas/Público)

"«A planície em chamas" foi eleito livro do ano 2003..."
Selecções de livro do ano 2003

"O melhor do México pobre, trágico e festivo, em contos."
Vitor Quelhas (Expresso Actual)

TRADUTOR
«Nasci no Alentejo e, para fugir à literatura, fui estudar medicina.

Com três ou quatro anos caí das escadas da biblioteca, carregada com mais livros que aqueles que podia abraçar, e parti os dentes que tinha. Todas estas tentativas de fuga têm sido em vão, pois ando sempre a esbarrar em livros, em escritores e em editores. É um fado deliciosamente assumido.

O meu contributo para a literatura tem sido Ler.

Uma amiga editora tem tido o arrojo de me consultar sobre que livros de autores portugueses poderiam ser por ela editados, e alguns dos meus preferidos já lá estão, traduzidos para espanhol.

Nem sei muito bem como é que a Cavalo de Ferro apareceu na minha vida, mas sem quase me aperceber vi-me com um livro de Horacio Quiroga nas mãos, não só para o ler mas também para o traduzir para português. Como ainda sonho em espanhol, achei melhor não dar parte de fraca e começar a ter maior intimidade com a língua dos conquistadores e dos conquistados. Os editores não sabem disto, mas a verdade é que estou aterrorizada.

Gostaria de poder acrescentar que traduzi o "Don Quijote de la Mancha", mas mestre Aquilino adiantou-se-me.

Agora chega de palavras. Só nunca são de mais "Les Mots" de Sartre.

Espero que os editores continuem a confiar em mim e me deixem traduzir o Rulfo, o Arguedas, e tantos outros que me enchem a alma.»

Ana Santos
O galo de ouro
O galo de ouro
Juan Rulfo
Pedro Páramo
Pedro Páramo
Juan Rulfo
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