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Arde o Musgo Cinzento
Thor Vilhjálmsson
Tradutor: Carlos Aboim de Brito
Género: Romance
248 Páginas
ISBN: 978-989-623-150-7
PVP: €15,00
Islândia, século XIX: uma terra em que as forças da natureza, primordiais e misteriosas, ainda não estão inteiramente domadas pelo Homem. Ásmundur, jovem juiz e poeta, protagonista deste romance (inspirado numa figura histórica real), é chamado a julgar o seu primeiro processo,
um desolador caso de incesto e infanticídio perpetrado por dois jovens irmãos denunciados pelos seus vizinhos camponeses. Será Ásmundur a ter de decidir se os dois irmãos são culpados. A sua viagem em direcção ao lugar do delito, no interior remoto do país, é uma odisseia através das origens de uma nação em que a natureza, os mitos e as sagas se contrapõem à sociedade racional e moderna que o homem quer construir. À medida que a história que opõe os irmãos aos seus vizinhos (um caso verídico descrito nos anais judiciais da Islândia) se vai desvelando, as firmes convicções do jovem juiz vão mudando a pouco e pouco. A prosa de Thor Vilhjálmsson é magistral em urdir subtilmente os diversos registos da narrativa (judiciário, político, religioso, onírico, lírico),
fazendo deste livro uma obra-prima incontestável da literatura europeia contemporânea.
[ Leitura de um excerto, em PDF ]
CRÍTICAS
"«Arde o Musgo Cinzento», de Thor Vilhjálmsson, em boa hora editado por Cavalo de Ferro Editores, situa-se na obscura fronteira entre a fantasmagoria e o tangível, entre a memória dos mortos e o futuro próximo, entre o sentimento e o raciocínio."
Mário Rufino, Diário Digital, Julho 2012

"Classificação: 5 estrelas"
José Riço Direitinho, «Público/Ípsilon», Julho 2012

"Saúde-se a estreia, entre nós, de Thor Vilhjálmsson, um dos mais importantes escritores islandeses da segunda metade do século XX."
Jornal de Letras, 13 a 26 de Junho

"A literatura islandesa conta com três nomes de reputação internacional. [...] São eles Halldór Laxness, Guobergur Bergsson e Thor Vilhjálmsson. Tanto quanto sei, só Laxness estava publicado em Portugal [pela Cavalo de Ferro]. Chegou a vez de Vilhjálmsson (1925-2011). [...] Classificação: 75%"
Eduardo Pitta, revista «Sábado», Junho de 2012

"Profundo e belo romance pós-romântico sobre mitos medievais, lendas e o combate entre o Homem e a Sociedade."
EL MERCURIO

"Depois do desaparecimento de Laxness, o lugar de honra da literatura islandesa pertence sem dúvida a Thor Vilhjálmsson, mestre incontestado, cuja obra multifacetada é inspirada de um sopro poético."
BABELIO

TRADUTOR
O Sino da Islândia
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Halldór Laxness
Gente independente
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Halldór Laxness
Os peixes também sabem cantar
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Halldór Laxness
A raposa azul
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Sjón
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